Pastores do MDA dizem “não” à ideologia de gênero

Pastores do MDA dizem “não” à ideologia de gênero

Uma campanha nas redes sociais contra a ideologia de gênero está reunindo líderes evangélicos e católicos. E diversos pastores e igrejas do MDA já se posicionaram contra esse movimento.

A campanha foi iniciada pelo pastor Luciano Subirá na segunda-feira, 16 de outubro, e já recebeu 8 mil curtidas e quase 12 mil compartilhamentos até as 11h desta quarta-feira, 18 de outubro.

Vários pastores da visão compartilharam a imagem ao lado e escreveram:

Pastor Luciano Subirá (conferencista e líder da Comunidade Alcance, de Curitiba) – “Não é apenas uma questão de fé, mas de valores familiares… é hora de levantar a voz e dizer NÃO a uma minoria que quer fazer mais barulho que o resto da sociedade!”

Pastora Rebecca Hrubik (diretora da Missão PAZ) – “Está na hora de unidos combater o que é contrário aos nossos valores bíblicos!”

Pastor Abe Huber (presidente da Associação MDA) – “Repost from @lucianosubira: Não é apenas uma questão de fé, mas de valores familiares… é hora de levantar a voz e dizer NÃO a uma minoria que quer fazer mais barulho que o resto da sociedade!”

Pastora Andréa Huber (esposa do pastor Abe) – “Parabéns Igreja Católica!!! Por se posicionar em favor da moral, e da família no Brasil”

Pastor Josué Gonçalves (conferencista e terapeuta familiar) – “Se você também pensa assim, espalhe esse post. Marque alguém”.

Pastor Marcus Alexandre (Centro Cristão de Adoração, de Garanhuns, Pernambuco) – “Repost @abehuber (@get_repost) ・・・ Repost from @lucianosubira: Não é apenas uma questão de fé, mas de valores familiares… é hora de levantar a voz e dizer NÃO a uma minoria que quer fazer mais barulho que o resto da sociedade!”

Pastor Eduardo Ribeiro (Igreja Apostólica Ágape, de Salvador) – “Respeitem as nossas crianças!”

O que é ideologia de gênero?

Teóricos da “ideologia de gênero” afirmam que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, isto é, seu gênero, ao longo da vida. “Homem” e “mulher”, portanto, seriam apenas papéis sociais flexíveis, que cada um representaria como e quando quisesse, independentemente do que a biologia determine como tendências masculinas e femininas.

Diferentemente do feminismo clássico, os militantes dessa linha não querem apenas direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres. Para alguns de seus expoentes, a própria divisão do mundo entre homens e mulheres é um mal a ser combatido.

Os estudiosos das neurociências, contudo, admitem que, mesmo que os genes sejam determinantes para algumas condutas, a cultura influencia. Já os teóricos do gênero afirmam que “não veem verdade alguma” nas pesquisas dos neurocientistas, embora toda a base dos estudos de gênero seja teórica e não empírica.

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